coisas que não interessam nem ao menino jesus iii
Consequências de uma infância um bocado, vá... esquisita.
Ontem lembrei-me de fazer as contas aos anos que vivo sozinha com o meu pai e cheguei à conclusão que já vão em seis. Não que esse facto faça exactamente da minha infância esquisita, filhos com pais separados há aos pontapés, mas há certas particularidades que enfim...
No entanto, não é disso que eu quero falar, mas sim do meu amor ao futebol. Sim, isso mesmo. Sou gaja, passo-me a ver futebol, insulto tudo e mais alguma coisa, choro, tenho crises de riso, enfim. Já acompanhei a liga italiana, inglesa, espanhola e agora fico-me pela alemã. Leio o jornal desportivo todos os dias (agora, infelizmente, mais ao fim de semana). Obriguei a minha mãe a ir comigo ao estádio do Bayern num dia em que estavam dez graus negativos (sou ou não sou um amor de filha?) e a nevar. Ia tendo um ataque na final da Taça Uefa de 2003 (aquele marcas tu - marco eu foi enervante!). Ganhar a Liga dos Campeões foi o grande momento alto, futebolisticamente falando, da minha vida. Chorei baba e ranho quando o Porto ganhou a Taça Intercontinental. E nem falo dos títulos internos, porque lá está, é o Porto, carago! Até os comemos!
Lembro-me da primeira vez que fui a um estádio de futebol, o das antas, e o porto empatou. Durante o jogo a minha querida mãe insultou tanto o árbitro e os jogadores de ambas as equipas (aos berros e de pé, lindo!) que o meu pai nunca mais voltou a ver um jogo no estádio com ela.... Chama-lhe vergonha!
0 comentários:
Enviar um comentário